Resident Evil Requiem PS5 — vale a pena em 2026?

Pra quem: quem acompanha a franquia e quer o capítulo mais recente — ou voltou a curiar RE por causa dos 30 anos e do filme

TLDR

Requiem é o nono capítulo numerado de Resident Evil, lançado em fevereiro de 2026 — o jogo-aniversário dos 30 anos da franquia — e já acumula 1.292 avaliações com média 4,8 na Amazon BR, números raros pra um título em pleno ano de estreia. Volta à Raccoon City misturando horror psicológico com a ação da RE Engine. Se você quer saber onde a série está hoje, a resposta está neste disco.

O que é

O capítulo mais novo da linha principal, em disco físico de PS5. Requiem leva a franquia de volta a Raccoon City — o endereço fundador da série em 1996 — combinando horror psicológico com os momentos de ação intensa que a RE Engine (a mesma dos remakes e de Village) entrega com sobra. As expressões faciais e o acabamento técnico de nova geração são o cartão de visitas: é o estado da arte da franquia.

O timing é o detalhe que faz deste disco um achado de 2026: num ano em que a franquia completa três décadas e ganha filme nos cinemas (18 de setembro, direção de Zach Cregger), Requiem é o capítulo que conversa com esse momento — uma volta consciente às origens com o vocabulário de hoje.

Por que vale (ou não)

A tração diz o que a crítica não precisa dizer. 1.292 avaliações com média 4,8 em pleno 2026 — jogo de franquia grande costuma abrir devagar na Amazon BR e crescer ao longo dos anos; Requiem já nasceu com base de fãs engajada. É o perfil de título que a comunidade abraçou, não só comprou.

É a “fração moderna” da saga no melhor sentido. A linha Ethan (RE7 → Village) reinventou o tom da série, e Requiem herda essa maturidade: horror psicológico como motor, ação como pontuação, e a Raccoon City como personagem. Quem jogou os anteriores sente o peso de cada retorno; quem não jogou tem aí um ótimo motivo pra correr atrás.

Disco físico, versão nacional. Nosso critério de sempre: estoque confiável na Amazon BR. Esta é a edição de PS5 nacional — sem Global Store, sem taxa de importação, sem surpresa no checkout.

Quando não vale: se você não jogou RE7 e Village e se importa com história, vale fazer a linha moderna antes (o Requiem rende mais com o contexto da família Winters). E se o seu repertório é só o RE4 Remake — ação acima de tudo — saiba que Requiem puxa mais pro desconforto psicológico do que pro tiroteio. Não é um impedimento; é uma expectativa bem ajustada.

FAQ

Preciso jogar RE7 e Village antes do Requiem?

Não é obrigatório, mas rende. Requiem se apoia na linha moderna da série — quem viveu a saga da família Winters reconhece cada retorno e sente o peso das cenas. Se o plano é entrar direto, o jogo se explica; mas se você tem tempo, a sequência RE7 Gold → Village → Requiem é uma das melhores maratonas do gênero.

É bom pra quem nunca jogou nenhum Resident Evil?

É, com uma ressalva. O jogo se sustenta sozinho como experiência de horror — os controles e o ritmo são os mais polidos da franquia. A ressalva: parte do prazer de Requiem é reconhecimento, e quem nunca passou pela Raccoon City original pega talvez metade dessa camada. Se for seu primeiro RE e você curiu a vibe do filme de setembro, vale sim — só sabendo que fãs de longa data vão sentir um peso extra.

Por que a edição de PS5 e não outra plataforma?

Porque é a versão nacional disponível com estoque e avaliações verificadas na Amazon BR — as edições Xbox do catálogo são importadas via Global Store. Se o seu console é o PS5, este é o disco da franquia mais recente sem volta.

Requiem tem ligação com o filme que estreia em setembro?

São obras separadas que se beneficiam do mesmo momento. O filme (direção de Zach Cregger, Columbia Pictures com a PlayStation Productions) leva o universo de Resident Evil pro cinema; Requiem é o capítulo canônico da linha principal dos games — o estado oficial da franquia nos 30 anos. O filme alimenta a vontade de voltar pra Raccoon City; o Requiem é onde essa volta acontece de verdade pra quem joga. Os dois juntos são o combo perfeito do ano de aniversário.